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Noticias Por Acesso

18/10/2019

CRAS de Primavera de Rondônia realiza café e prosa e palestra sobre alimentação saudável


O CRAS de Primavera de Rondônia realizou na manhã desta sexta feira dia 18 de Novembro de 2019 o programa “Café e Prosa” evento realizado semanalmente mais que hoje teve um tom mais saudável, com a presença da Nutricionista Sirlene Luiza da Secretaria Municipal de Educação que palestrou sobre alimentação saudável para o idoso, palestra essa que é um incentivo para o bem estar de todos, inclusive a população idosa do município, sempre finalizado com um gostoso café da manhã, hoje foi a vez das frutas, e sucos naturais, que foi muito bem apreciado por todos os presentes. O CRAS de Primavera é um dos poucos no estado que funcionam 100%, a Secretária de Assistência Social Silvana Coutinho e a Coordenadora do CRAS Ligia Lara e toda a equipe que trabalham para que seja sucesso tudo que esta equipe realiza sempre com muito carinho e amor para todos, disse a Secretária. O CRAS tem os programas, Bom de Bola, bom na escola, Jiu-jitsu, capoeira, pintura em tela, corte e costura e etc, funcionando e com atendimento também a carteira de Identidade, Bolsa Família e entre outros.
O Prefeito Eduardo Bertoletti parabenizou toda a equipe e destacou a importância da saúde alimentar, não só para os idosos, mais também para toda a família.

CPI descobre que Ipem é prestador de serviços da Energisa em Rondônia

Deputados que integram a CPI da Energisa em Rondônia, disseram considerar estarrecedores alguns fatos que vieram à tona na reunião ordinária que entrou pela noite de quarta-feira (16). O primeiro deles é que o Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) tem assinado com a concessionária de energia elétrica um contrato de prestação de serviços, e não um termo de cooperação técnica.

Um técnico do instituto admitiu que há casos de identificação de relógios que marcaram 40% a mais do que o consumo real. Nesse caso o aparelho é devolvido à Energisa, juntamente com um relatório, mas não é enviada cópia do documento ao consumidor. Também foi admitido que pertence à concessionária de energia o equipamento no qual os relógios marcadores de consumo são aferidos.
O presidente da CPI, Alex Redano (PRB), lembrou que o Ipem não faz perícias e nem emite laudos, e sim um relatório. Ele citou que esse documento tem sido utilizado pela Energisa contra consumidores para cobrar valores considerados absurdos, alegando suposta adulteração nos relógios. Ele questionou a legalidade dessas cobranças e disse que saiu com dúvidas, pois não foi esclarecido se os medidores marcam mesmo o consumo real.
O vice-presidente da Comissão, Ismael Crispin (PSB), disse que a informação é importantíssima, mas agora é preciso obter as provas de que relógios marcam muito mais do que é de fato consumido, para responsabilizar a empresa. Ele lembrou a existência de denúncias de que em alguns marcadores de consumo há “gatos ao contrário”, que beneficiariam a Energisa, prejudicando o consumidor. Ele lembrou que a lei que criou o Ipem impede o instituto de prestar serviços a empresas como a concessionária de energia elétrica.
Relatório não é prova
O relator da CPI, Jair Montes (PTC), afirmou que todo consumidor que se sentir prejudicado pode recorrer à Justiça, porque já está comprovado que um simples relatório emitido pelo Ipem não é documento aceitável para a empresa alegar que houve fraude e aplicar multas ou cobrar valores retroativos.
O deputado Edson Martins (MDB) lembrou que é admitida uma margem de erro de 1,3% nos relógios medidores de consumo, mas questionou a devolução para a Energisa dos aparelhos que medem 40% a mais. “Nesse caso o consumidor fica dependendo da boa-fé da empresa, a partir do momento que é constatado o gato”, acrescentou.
O deputado Cirone Deiró (Podemos) afirmou que o Ipem deveria avisar o consumidor quando verificar que o medidor está avariado, beneficiando a Energisa. “É preciso enviar uma cópia do relatório para ele, dizendo que ele foi prejudicado”, acrescentou o parlamentar, diante da informação de que o relatório é encaminhado somente para a concessionária de energia elétrica, com a qual o instituto tem um contrato de prestador de serviços.

Energisa abre relógios
O deputado Adelino Follador (DEM), levantou uma questão que será verificada posteriormente pela CPI. Ele citou a informação de que não é o Ipem que abre os relógios, e sim a própria Energisa, fato inicialmente confirmado pelo técnico do instituto. Ismael Crispin disse que esse aspecto deveria ser avaliado mais tarde, para não tirar o foco do que estava sendo discutido.

Depoimentos

Alex Redano abriu a reunião da CPI da Energisa às 14 horas, pedindo paciência a todos e explicando que os trabalhos se estenderiam por várias horas. Em seguida ele chamou o presidente do Ipem, Aziz Rahal Neto; o técnico especialista em metrologia, Tiago Cruz de Lima; a procuradora do instituto, Mara Lucia da Silva Sena; o procurador do Estado, Sávio Jesus Gonçalves e o ex-diretor técnico Kleber Ihida.
Inicialmente Ismael Crispin perguntou a Tiago Lima qual o procedimento para que o Ipem fiscalize os relógios. O técnico explicou que a Energisa encaminha o aparelho, que chega dentro de um invólucro, sendo submetido a ensaios. “Verificamos na frente do consumidor a integridade dos lacres e se há avarias”, detalhou.
Alex Redano indagou se o consumidor está sempre presente. Tiago Lima respondeu que sim. O deputado insistiu, perguntando quantos consumidores comparecem a cada dez casos. O técnico respondeu que oito a cada dez comparecem. Posteriormente o presidente da CPI disse que o servidor do Ipem pode não ter entendido a pergunta, pois o instituto não tem escritório no interior e todos os exames são feitos em Porto Velho.
Ismael Crispin perguntou como foram adquiridos os equipamentos utilizados para avaliar os relógios. Tiago Lima explicou que os aparelhos são da concessionária. “Os equipamentos são da concessionária, mas de qual concessionária?", tornou a inquirir o parlamentar. “Da Energisa”, respondeu o técnico.
O deputado prosseguiu, citando que, pela lei, o próprio Ipem é que autoriza o funcionamento das oficinas de medição. “Existem oficinas assim em Rondônia? ”, indagou. Tiago Lima não soube informar.
Cirone Deiró perguntou se há algum documento mostrando que 80% dos consumidores acompanham a inspeção dos relógios. Tiago Lima disse que os consumidores assinam, mas que o material é enviado para a Energisa. O deputado perguntou como o Ipem verifica se houve fraude.
“Nós dizemos que tem lacre danificado, por exemplo, mas não podemos dizer se foi o consumidor ou a concessionária quem danificou. Não emitimos laudo pericial, apenas verificamos a situação do relógio”, esclareceu o técnico do Ipem.
Ismael Crispin perguntou a Mara Lucia da Silva Sena qual a posição jurídica sobre o convênio, devido à aproximação da Energisa com o ente fiscalizador. A procuradora, então, explicou que o Ipem não emite laudo nem faz perícias em medidores.
“Aberta a embalagem na frente do consumidor, é verificado o lacre e feita a verificação da medida. Não é emitido laudo, e sim um relatório. Não se trata de uma perícia. Encaminhamos o relatório à Energisa e não sabemos o que a empresa faz, se depois é realizada uma perícia”, citou.
Mara Lúcia Sena esclareceu que o consumidor não faz agendamentos no Ipem, e sim na Energisa, e a empresa o avisa do direito de ficar na bancada acompanhando o ensaio. “O Ipem não tem um termo de cooperação técnica assinado com a empresa, e sim um contrato de prestação de serviços”, especificou.
Depois disso Alex Redano perguntou se Tiago Lima constatou aumento de quilowatts nos relógios. O técnico respondeu que não. “Só para eu entender melhor: na sua casa a conta não aumentou? ”, perguntou o parlamentar. “Eu senti um pequeno aumento”, respondeu Tiago.
“Existe a possibilidade de a Energisa estar fazendo gato ao contrário para o consumidor gastar mais, para lesar o consumidor? Vocês conseguiriam detectar? Vocês têm tecnologia para isso? Pode existir a possibilidade”, indagou o presidente da CPI.
“Não sei se existe essa possibilidade. Para detectar é preciso fazer perícia e eu não tenho curso de perícia. Alguns colegas meus têm o curso, mas não sei por que o Ipem não atua”, respondeu Tiago Lima.
Alex Redano perguntou, então, se o Ipem não teria como saber, se houvesse fraude por parte da Energisa. “Não. Não podemos dizer que houve fraude em medidor”, esclareceu o técnico.
Edson Martins perguntou a Aziz Rahal se é normal ser devolvido para a empresa um relógio registrando consumo maior do que o real. O presidente do Ipem respondeu que o instituto não é um órgão fiscalizador, e apenas atesta a situação do aparelho.
Adelino Follador perguntou quanto a Energisa paga por relógio aferido. Aziz Rahal disse que o valor pode chegar a R$ 50, mas o dinheiro não vai para o Ipem, e sim para a União. Ele esclareceu, ainda, que o valor do contrato de prestação de serviços pode chegar a R$ 1,064 milhão.

Sefin
O secretário de Estado de Finanças, Luiz Pereira da Silva, explicou que o sigilo fiscal o impediria de prestar algumas informações, mas como o sigilo poderia ser transferido ele repassou todas as informações à CPI através de documentos. Os deputados votaram e por unanimidade quebraram o sigilo das questões envolvendo a dívida da Energisa com o Governo de Rondônia.
Luiz Pereira da Silva explicou que o Estado cobra entre 17% e 20% de imposto sobre a conta de consumo de energia. Em relação à dívida, o deputado Jair Montes explicou que está em cerca de R$ 1,8 bilhão.
Foi questionado como a Energisa obteve certidões do governo, por causa da dívida. O secretário explicou que houve determinação judicial, porque a empresa ofereceu garantias, entre elas as contas a receber de consumidores.

Caerd
O presidente da Caerd, José Irineu Ferreira, explicou que a empresa deve à Energisa R$ 692 milhões, com juros e multas, mas que o valor principal é de R$ 320 milhões. O deputado Cirone Deiró esclareceu que o valor real seria de R$ 175 milhões, que podem ser pagos em 15 anos, caso seja feito um acordo.
José Irineu Ferreira disse que a Caerd tem problemas com a Energisa do ponto de vista do fornecimento de energia, porque bombas foram queimadas e o abastecimento de água foi prejudicado em diversos municípios.
“Em Corumbiara faltou energia das 10 horas às 18h30. Muitos problemas que enfrentamos no abastecimento é por falta de energia. Quando falta 6 horas de água, despressuriza toda a rede em um município. Depois de ligado o sistema, demora mais 6 horas para começar a abastecer”, especificou.

10/10/2019

COMEMORAÇÃO: Dia das Crianças realizado com sucesso em Primavera de Rondônia



A Prefeitura Municipal de Primavera de Rondônia comemorou nos dias 09 e 10 de outubro o Dia das Crianças, realizado pela SEMEC e SEMAS/CRAS, onde contou com a parceria do Conselho Tutelar.

No dia 09 o evento foi um show de alegria e brincadeiras para crianças, adolescentes e jovens do Distrito de Querência do Norte, das Escolas Amilton Ribeiro e Estácio de Sá, realizado no pátio da igreja católica.
Os brinquedos foram espalhados pelo espaço aberto e arejado, onde a brincadeira rolou solta. Teve touro mecânico, tobogã, pula-pula e cotonete, e pra alegrar ainda mais houve lanches e refrigerante finalizando com a entrega de doces e brinquedos.
Já no dia 10 a festa foi para os alunos das Escolas José Antônio Rodrigues e José Severino dos Santos, com inicio às 08:00 hs, com brinquedos liberados na quadra ao lado da Escola Municipal, com touro mecânico, tobogã, pula-pula e cotonete, muita musica brincadeiras, distribuição de lanches, refrigerantes e claro, muitos brinquedos. Os Eventos contaram com a presença da Secretária de Educação Marlene Kruger, Gilcléia Miss representando a Secretária de Assistência Social Silvana Coutinho, o Vereador Professor Fabio, Vereador Professor Robson, Vereador Valter Preto, e Vereador Zé Bedeu no Distrito de Querência do Norte, conselheiros tutelares, professores e funcionários das escolas da rede pública municipal e estadual, assessores, pais e comunidade em geral.
O Prefeito Eduardo Bertoletti acompanhou os dois eventos pela rede social, pois se encontra em Brasília, em reunião com a Bancada Federal, na busca de melhorias para a população.
Queremos agradecer a todos os colaboradores, em especial ao Senhor José Braz Trevisani que doou 18 (dezoito) quilos de bolo para a alegria da garotada. CRIANÇA FELIZ É CRIANÇA AMADA.


Fonte: Assessoria

03/10/2019

Prefeitura de Primavera de Rondônia divulga novo Processo Seletivo

Dentre os objetivos, a seleção busca preencher vagas nos cargos de Médico Clínico Geral, Farmacêutico/ Bioquímico, Técnico/ Auxiliar em Laboratório e Odontólogo, os quais deverão atender ao Programa Saúde da Família – PSF, em carga horária de 40h semanais, para o atendimento da demanda nas unidades básicas de saúde do Município.
Interessados em participar devem realizar o envio dos currículos até às 13h, no horário oficial do Estado do dia 03 de outubro de 2019, para a Sala de Abertura de Licitações, da Prefeitura Municipal de Primavera de Rondônia, localizada na Rua Jonas Antônio de Souza, nº 1466, Bairro Centro.
Para mais informações deste Processo Seletivo, acesse o extrato do edital de abertura disponibilizado em nosso site para consulta.

Links

02/10/2019

Cerejeirense é destaque no Volleyball em Universidade dos Estados Unidos

A jovem Yumi Kamiya Garcia, 22 anos, nascida no município de Cerejeiras, é destaque, como jogadora da equipe da Universidade Charlotte na Carolina do Norte – U.S.A.
Yumi é filha dos empresários André Garcia e Sandra Kamiya e iniciou sua carreira como atleta na escola Dimensão em Cerejeiras, posteriormente passou por clubes em Maringá no estado do Paraná, chegando a fazer parte da equipe infanto juvenil da seleção brasileira feminina de vôlei.
Há três anos residindo nos Estados Unidos, onde cursa a universidade de Psicologia, Yumi já conquistou os principais prêmios como líbero destaque nos anos de 2017 e 2018 e falta aproximadamente 400 pontos para que ela bata o recorde de melhor defensora do volleyball da história americana.
Confira abaixo o vídeo postado essa semana pela universidade Charlotte em homenagem a Yumi Garcia.

WhatsApp pede que usuários atualizem app após descobrir falha de segurança

O aplicativo de mensagem instantânea WhatsApp, de propriedade do Facebook, informou na segunda-feira (13) que detectou uma vulnerabilidade em seu sistema que permitiria que hackers instalassem de maneira remota um tipo de “spyware”, um software espião, para ter acesso a dados do aparelho, em alguns telefones.
A empresa confirmou em comunicado à imprensa a informação publicada horas antes pelo “Financial Times” e pediu a todos os 1,5 bilhão de usuários em todo o mundo que “atualizem o aplicativo para sua versão mais recente” e também mantenham seu sistema operacional atualizado “a fim de proteger contra possíveis ataques destinados a comprometer as informações armazenadas em dispositivos móveis”.

Passo a passo para atualizar o app

  1. Entre no Google Play Store, no caso do Android, ou na Apple Store, no caso do iOS (iPhone);
  2. Use a busca para procurar o aplicativo do WhatsApp e clique em atualizar;
  3. Clique no aplicativo e verifique se o número da sua versão é igual às mais seguras divulgadas pela empresa (veja abaixo)
Observação: se você fizer os passos acima e não encontrar a opção de atualizar é porque seu aparelho pode estar configurado para atualização automática de aplicativos e já realizou o download da nova versão.
A última atualização foi disponibilizada nesta segunda-feira (13). É possível ver na Google Play e na AppStore qual versão está instalada no seu aparelho.
Segundo um comunicado divulgado no Facebook, a brecha de segurança afeta as versões do app anteriores a estas:
  • WhatsApp para Android v2.19.134;
  • WhatsApp Business para Android v2.19.44;
  • WhatsApp para iOS v2.19.51;
  • WhatsApp Business para iOS v2.19.51;
  • WhatsApp para Windows Phone v2.18.348;
  • WhatsApp para Tizen v2.18.15.
O WhatsApp, que foi adquirido pelo Facebook em 2014, afirmou que “dezenas” de telefones foram alvos do ataque e que as vítimas foram escolhidas “especificamente”, de maneira que em princípio não se trataria de um ataque em grande escala.

Quem fez o ataque?

Não se sabe quem realizou os ataques, mas o software espião que foi instalado nos telefones “se assemelha” à tecnologia desenvolvida pela empresa de cibersegurança israelense NSO Group, fornecedora de governos e agentes de segurança.
A vulnerabilidade no sistema, para a qual o WhatsApp lançou uma atualização na segunda-feira, foi detectada no início de maio, quando a empresa trabalhava para melhorar a segurança das chamadas de áudio. Por enquanto, não se sabe quanto tempo duraram as atividades de espionagem.
Os hackers faziam uma ligação através do WhatsApp para o telefone cujos dados queriam acessar e, mesmo que o destinatário não respondesse à chamada, um programa de spyware era instalado nos dispositivos.
Em muitos casos, a chamada desaparecia mais tarde do histórico do aparelho, de modo que, se ele não tivesse visto a chamada entrar naquele momento, o usuário afetado não suspeitaria de nada.

Vítimas da espionagem

O WhatsApp assegurou que, logo após tomar conhecimento dos ataques, alertou organizações de direitos humanos (que estavam entre as vítimas da espionagem), empresas de segurança cibernética e o Departamento de Justiça dos EUA.
O fato de algumas das organizações afetadas serem plataformas de defesa dos direitos humanos reforça a hipótese de envolvimento do software do Grupo NSO, uma vez que programas da empresa já foram utilizado no passado para realizar ataques contra esse tipo de entidade.
O NSO Group opera de forma obscura e, durante muitos anos, desenvolveu secretamente spywares para seus clientes, entre os quais governos de todo o mundo, que os utilizam para acessar dispositivos móveis e obter informações.
O spyware teve capacidade para infectar telefones com sistema operacional da Apple (iOS) e do Google (Android).