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Nesta quinta-feira, dia 13, durante um belíssimo trabalho em conjunto entre a Polícia Militar e  a Polícia Civil de Cacoal, quatro indivúduos, entre eles um foragido de Ji-Paraná considerado de altíssima periculosidade, foram presos com um verdadeiro arsenal dentro de casa. A prisão da quadrilha aconteceu por volta das 12h00, na Rua Pioneiros, no bairro Floresta.

De acordo com a Polícia, a Central de Operações da PM (190), recebeu uma ligação anônima informando que vários suspeitos estavam frequentando aquele local. Diante da denúncia, Policiais Militares do Serviço Reservado do 4º BPM e Policiais Civis, começaram a monitorar a residência e ao constatar a veracidade da denúncia, o delegado de polícia solicitou, junto ao Judiciário, um Mandado de Busca e Apreensão, o qual foi prontamente atendido pela magistrada de plantão.

Com o apoio de duas Guarnições do PATAMO, o local foi cercado e as pessoas que estavam em seu interior foram abordados. Eles foram identificados como sendo: Katia Maria da Silva Nascimento, Maycon Anderson da Silva Nascimento, Wellington Mairink e Maurício Souza Genovêz, perigoso fugitivo da justiça que vinha praticando vários homicídios em Ji-Paraná, Cacoal e Região.

Maurício Genovêz estava cumprindo pena no regime fechado do Presídio Agenor Martins de Carvalho por vários crimes e logo no primeiro dia que foi para o Regime Semiaberto, conseguiu fugir.

Com a quadrilha, os Policiais localizaram duas pistolas calibre .40, uma pistola 9mm, farta munições do mesmo calibre, uma certa quantia em dinheiro e algemas.

Com esta prisão, a Polícia de Cacoal coloca um ponto final nas ações criminosas desta quadrilha que vinha realizando um verdadeiro terrorismo em todo o interior do Estado, com roubos e pistolagens.

Matéria:www.comando190.com.br



Nesta quinta-feira, dia 13, durante um belíssimo trabalho em conjunto entre a Polícia Militar e  a Polícia Civil de Cacoal, quatro indivúduos, entre eles um foragido de Ji-Paraná considerado de altíssima periculosidade, foram presos com um verdadeiro arsenal dentro de casa. A prisão da quadrilha aconteceu por volta das 12h00, na Rua Pioneiros, no bairro Floresta.

De acordo com a Polícia, a Central de Operações da PM (190), recebeu uma ligação anônima informando que vários suspeitos estavam frequentando aquele local. Diante da denúncia, Policiais Militares do Serviço Reservado do 4º BPM e Policiais Civis, começaram a monitorar a residência e ao constatar a veracidade da denúncia, o delegado de polícia solicitou, junto ao Judiciário, um Mandado de Busca e Apreensão, o qual foi prontamente atendido pela magistrada de plantão.

Com o apoio de duas Guarnições do PATAMO, o local foi cercado e as pessoas que estavam em seu interior foram abordados. Eles foram identificados como sendo: Katia Maria da Silva Nascimento, Maycon Anderson da Silva Nascimento, Wellington Mairink e Maurício Souza Genovêz, perigoso fugitivo da justiça que vinha praticando vários homicídios em Ji-Paraná, Cacoal e Região.

Maurício Genovêz estava cumprindo pena no regime fechado do Presídio Agenor Martins de Carvalho por vários crimes e logo no primeiro dia que foi para o Regime Semiaberto, conseguiu fugir.

Com a quadrilha, os Policiais localizaram duas pistolas calibre .40, uma pistola 9mm, farta munições do mesmo calibre, uma certa quantia em dinheiro e algemas.

Com esta prisão, a Polícia de Cacoal coloca um ponto final nas ações criminosas desta quadrilha que vinha realizando um verdadeiro terrorismo em todo o interior do Estado, com roubos e pistolagens.

Matéria:www.comando190.com.br



VÍDEO: Gravação mostra momento em que militar mata esposa e ex-vizinho gay, por ciúmes

VÍDEO: Gravação mostra momento em que militar mata esposa e ex-vizinho gay, por ciúmes

O duplo homicídio ocorrido na noite dessa quarta-feira (12/06/2019) em um apartamento no Cruzeiro Novo foi gravado pela única testemunha ocular dos crimes. Em quase nove minutos de filmagem, a câmera do celular não capta imagens do momento dos crimes, mas é possível escutar toda a ação. A sensação de terror é crescente até chegar à barbárie, quando o sargento aposentado da Aeronáutica Juenil Bonfim de Queiroz, 56 anos, atira na cabeça de Francisco de Assis Pereira da Silva, 41, e contra a própria mulher, Francisca Naídde de Oliveira Queiroz, 58.
O vídeo foi captado pelo celular de Marcelo Soares Brito, 40 anos, namorado de Francisco. O crime ocorreu no Bloco G da Quadra 1405, próximo ao terminal rodoviário da cidade.
O sargento da Aeronáutica acusado de cometer duplo homicídio no Cruzeiro Novo debochou das vítimas após o crime. Depois de atirar e matar a esposa e Francisco, ele teria dito a Marcelo: “Tá vendo o que acontece com homem que mexe com mulher casada?”.
Um dia após o crime, o clima era de comoção e perplexidade no edifício onde ocorreram os assassinatos, o Bloco G da Quadra 1405 da região administrativa. Vizinhos e parentes tentavam entender por que o sargento decidiu abrir fogo contra Francisca e Francisco de Assis Pereira da Silva.
Abalada, a corretora de imóveis Marilene Macedo, 42, diz que a amiga Francisca era agredida constantemente por Juenil. “Ela já tinha pedido socorro. Nos encontramos no mercado e ela me contou que o casamento não estava indo bem, que o esposo estava agressivo. Ele é um homem obcecado e ciumento”, relata.
Conforme explicou Marilene, Francisca e Queiroz eram casados havia 32 anos e tiveram dois filhos. “Ela era uma mãe guerreira, que fazia crochê para pagar a faculdade da filha. Uma pessoa íntegra.” A mulher foi a 15ª vítima de feminicídio no DF em 2019.
Queiroz, por sua vez, teria sido pastor no ano de 2008, em uma igreja do Guará. A filha deles, segundo Marilene, mora no Nordeste e viria para o Distrito Federal após saber da tragédia que chocou a família.
Até a noite desta quinta-feira, não havia definição sobre o sepultamento das vítimas. Francisco é natural de Teresina (PI). Já Francisca, natural de Martins (RN), tem uma filha que mora em Recife (PE) e ainda não havia chegado a Brasília para resolver os trâmites burocráticos.
Terror
A prima de Marcelo, que não quis se identificar, presenciou os momentos de terror antes do crime. De acordo com o relato da mulher, Marcelo e Francisco estavam juntos há cerca de cinco anos. Nunca teria havido desentendimento entre o casal e o sargento acusado de feminicídio e homicídio, segundo a testemunha.
“Marcelo e Francisco vieram aqui para pegar um notebook, e ficamos conversando na parte debaixo do prédio. Nesse meio-tempo, o sargento chegou com a esposa. Ele estava muito nervoso e agitado. Subiu rapidamente, depois desceu armado e chamando o Francisco para subir.”
Insultando Francisco, o militar teria dito a ele: “Sobe agora, que eu vou te mostrar o que é um homem”. Diante das ameaças, Marcelo, Francisco e o sargento subiram juntos para o apartamento. “Nós chamamos a polícia nesse meio-tempo, mas não deu nem sete minutos e Marcelo desceu correndo, fugindo do sargento, que também correu atrás dele”, relata. “O Marcelo está péssimo. Ele viu o Francisco morrer de joelhos.”
Depoimento
Preso em flagrante após o duplo homicídio, Juenil Bonfim de Queiroz narrou, em depoimento, detalhes sobre a motivação e como agiu logo após cometer o crime.
De acordo com o depoimento do ex-militar, ao qual o Metrópoles teve acesso, ele e Francisca estavam casados há 32 anos. Em 2017, contou, teria descoberto que sua mulher mantinha um relacionamento amoroso com Francisco, então vizinho do casal. Juenil relatou que, após descobrir a suposta traição, teria conversado com Francisca e também avisado aos dois filhos o que estava ocorrendo. “Perante a família, ela [Francisca] prometeu não se relacionar mais com aquele homem”, contou o sargento em seu termo de declaração.
No entanto, de acordo com Juenil, em dezembro de 2018, ele teria tomado conhecimento de que Francisca continuaria a se encontrar com o vizinho, e por esse motivo teria voltado a discutir com sua esposa. Naquela ocasião, o sargento teria tomado o celular da mulher e jogado no chão. Logo depois da briga, Francisca registrou boletim de ocorrência contra o marido. A Justiça decretou a aplicação de medida protetiva, e Juenil foi obrigado a deixar o apartamento em que o casal vivia. No mesmo período, Francisca também saiu do imóvel, para morar com a filha.
Ainda segundo os relatos de Juenil, após 45 dias o casal retomou conversas e reatou o relacionamento, voltando a viver no apartamento do Cruzeiro. Já em abril deste ano, o sargento contou ter ficado sabendo que a mulher tinha voltado a se envolver com Francisco, depois de, supostamente, flagrar um diálogo entre ela e o vizinho em “clima de romance”. “Na ocasião, interpelei Francisca, lembrando a ela o compromisso que fizemos de que ela não se relacionaria mais com Francisco”, disse, em depoimento.
O sargento relevou também que, em determinado momento, a mulher teria confessado a ele que se encontrava com Francisco nos estacionamentos próximos ao prédio onde viviam. O ex-militar narrou aos policiais detalhes do que ocorreu no dia do crime. Juenil contou que, na manhã de quarta (12/06/2019), estava na companhia de Francisca, e ambos foram até a casa do filho, na Asa Sul, para comemorarem o Dia dos Namorados. Por volta das 19h10, o casal deixou o local e retornou ao prédio do Cruzeiro. Ao chegarem ao edifício, encontraram Francisco, que estava na companhia das irmãs e de seu companheiro.
Quando se encontraram no pilotis do prédio, o ex-militar contou que Francisca teria pedido para que ele convidasse Francisco para subir, a fim de que os três conversassem sobre a situação. Ainda de acordo com Juenil, Francisco teria aceitado o convite, e todos foram até o apartamento. Marcelo, companheiro de Francisco, também teria subido.
Descontrole
Dentro do imóvel, Juenil teria discutido com Francisca e o suposto amante, determinando que ambos contassem sobre o relacionamento. Os dois negaram que tivessem qualquer envolvimento amoroso. O ex-militar relatou ter se descontrolado, ido até o quarto e pegado uma pistola calibre .380. Ele abriu fogo contra Francisco, atingido por pelo menos dois disparos, um deles na cabeça. Em seguida, o sargento atirou na mulher. Assustado, Marcelo correu e conseguiu escapar.
O ex-militar disse que, após atirar, desceu e ficou embaixo do bloco, aguardando a chegada da polícia. Juenil foi preso em flagrante e responderá por duplo homicídio qualificado por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima.


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O duplo homicídio ocorrido na noite dessa quarta-feira (12/06/2019) em um apartamento no Cruzeiro Novo foi gravado pela única testemunha ocular dos crimes. Em quase nove minutos de filmagem, a câmera do celular não capta imagens do momento dos crimes, mas é possível escutar toda a ação. A sensação de terror é crescente até chegar à barbárie, quando o sargento aposentado da Aeronáutica Juenil Bonfim de Queiroz, 56 anos, atira na cabeça de Francisco de Assis Pereira da Silva, 41, e contra a própria mulher, Francisca Naídde de Oliveira Queiroz, 58.
O vídeo foi captado pelo celular de Marcelo Soares Brito, 40 anos, namorado de Francisco. O crime ocorreu no Bloco G da Quadra 1405, próximo ao terminal rodoviário da cidade.
O sargento da Aeronáutica acusado de cometer duplo homicídio no Cruzeiro Novo debochou das vítimas após o crime. Depois de atirar e matar a esposa e Francisco, ele teria dito a Marcelo: “Tá vendo o que acontece com homem que mexe com mulher casada?”.
Um dia após o crime, o clima era de comoção e perplexidade no edifício onde ocorreram os assassinatos, o Bloco G da Quadra 1405 da região administrativa. Vizinhos e parentes tentavam entender por que o sargento decidiu abrir fogo contra Francisca e Francisco de Assis Pereira da Silva.
Abalada, a corretora de imóveis Marilene Macedo, 42, diz que a amiga Francisca era agredida constantemente por Juenil. “Ela já tinha pedido socorro. Nos encontramos no mercado e ela me contou que o casamento não estava indo bem, que o esposo estava agressivo. Ele é um homem obcecado e ciumento”, relata.
Conforme explicou Marilene, Francisca e Queiroz eram casados havia 32 anos e tiveram dois filhos. “Ela era uma mãe guerreira, que fazia crochê para pagar a faculdade da filha. Uma pessoa íntegra.” A mulher foi a 15ª vítima de feminicídio no DF em 2019.
Queiroz, por sua vez, teria sido pastor no ano de 2008, em uma igreja do Guará. A filha deles, segundo Marilene, mora no Nordeste e viria para o Distrito Federal após saber da tragédia que chocou a família.
Até a noite desta quinta-feira, não havia definição sobre o sepultamento das vítimas. Francisco é natural de Teresina (PI). Já Francisca, natural de Martins (RN), tem uma filha que mora em Recife (PE) e ainda não havia chegado a Brasília para resolver os trâmites burocráticos.
Terror
A prima de Marcelo, que não quis se identificar, presenciou os momentos de terror antes do crime. De acordo com o relato da mulher, Marcelo e Francisco estavam juntos há cerca de cinco anos. Nunca teria havido desentendimento entre o casal e o sargento acusado de feminicídio e homicídio, segundo a testemunha.
“Marcelo e Francisco vieram aqui para pegar um notebook, e ficamos conversando na parte debaixo do prédio. Nesse meio-tempo, o sargento chegou com a esposa. Ele estava muito nervoso e agitado. Subiu rapidamente, depois desceu armado e chamando o Francisco para subir.”
Insultando Francisco, o militar teria dito a ele: “Sobe agora, que eu vou te mostrar o que é um homem”. Diante das ameaças, Marcelo, Francisco e o sargento subiram juntos para o apartamento. “Nós chamamos a polícia nesse meio-tempo, mas não deu nem sete minutos e Marcelo desceu correndo, fugindo do sargento, que também correu atrás dele”, relata. “O Marcelo está péssimo. Ele viu o Francisco morrer de joelhos.”
Depoimento
Preso em flagrante após o duplo homicídio, Juenil Bonfim de Queiroz narrou, em depoimento, detalhes sobre a motivação e como agiu logo após cometer o crime.
De acordo com o depoimento do ex-militar, ao qual o Metrópoles teve acesso, ele e Francisca estavam casados há 32 anos. Em 2017, contou, teria descoberto que sua mulher mantinha um relacionamento amoroso com Francisco, então vizinho do casal. Juenil relatou que, após descobrir a suposta traição, teria conversado com Francisca e também avisado aos dois filhos o que estava ocorrendo. “Perante a família, ela [Francisca] prometeu não se relacionar mais com aquele homem”, contou o sargento em seu termo de declaração.
No entanto, de acordo com Juenil, em dezembro de 2018, ele teria tomado conhecimento de que Francisca continuaria a se encontrar com o vizinho, e por esse motivo teria voltado a discutir com sua esposa. Naquela ocasião, o sargento teria tomado o celular da mulher e jogado no chão. Logo depois da briga, Francisca registrou boletim de ocorrência contra o marido. A Justiça decretou a aplicação de medida protetiva, e Juenil foi obrigado a deixar o apartamento em que o casal vivia. No mesmo período, Francisca também saiu do imóvel, para morar com a filha.
Ainda segundo os relatos de Juenil, após 45 dias o casal retomou conversas e reatou o relacionamento, voltando a viver no apartamento do Cruzeiro. Já em abril deste ano, o sargento contou ter ficado sabendo que a mulher tinha voltado a se envolver com Francisco, depois de, supostamente, flagrar um diálogo entre ela e o vizinho em “clima de romance”. “Na ocasião, interpelei Francisca, lembrando a ela o compromisso que fizemos de que ela não se relacionaria mais com Francisco”, disse, em depoimento.
O sargento relevou também que, em determinado momento, a mulher teria confessado a ele que se encontrava com Francisco nos estacionamentos próximos ao prédio onde viviam. O ex-militar narrou aos policiais detalhes do que ocorreu no dia do crime. Juenil contou que, na manhã de quarta (12/06/2019), estava na companhia de Francisca, e ambos foram até a casa do filho, na Asa Sul, para comemorarem o Dia dos Namorados. Por volta das 19h10, o casal deixou o local e retornou ao prédio do Cruzeiro. Ao chegarem ao edifício, encontraram Francisco, que estava na companhia das irmãs e de seu companheiro.
Quando se encontraram no pilotis do prédio, o ex-militar contou que Francisca teria pedido para que ele convidasse Francisco para subir, a fim de que os três conversassem sobre a situação. Ainda de acordo com Juenil, Francisco teria aceitado o convite, e todos foram até o apartamento. Marcelo, companheiro de Francisco, também teria subido.
Descontrole
Dentro do imóvel, Juenil teria discutido com Francisca e o suposto amante, determinando que ambos contassem sobre o relacionamento. Os dois negaram que tivessem qualquer envolvimento amoroso. O ex-militar relatou ter se descontrolado, ido até o quarto e pegado uma pistola calibre .380. Ele abriu fogo contra Francisco, atingido por pelo menos dois disparos, um deles na cabeça. Em seguida, o sargento atirou na mulher. Assustado, Marcelo correu e conseguiu escapar.
O ex-militar disse que, após atirar, desceu e ficou embaixo do bloco, aguardando a chegada da polícia. Juenil foi preso em flagrante e responderá por duplo homicídio qualificado por motivo torpe e impossibilidade de defesa da vítima.


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Polícia identifica encapuzados que incendiaram pneus e fecharam a BR-364

Polícia identifica encapuzados que incendiaram pneus e fecharam a BR-364

A Polícia Militar identificou três estudantes como responsáveis pelo fechamento da BR-364. Eles jogaram e atearam fogo em pneus na altura do acesso à Usina de Santo Antônio. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), citando relato dos envolvidos, o protesto é contra a reforma da previdência e cortes na educação.

A PRF afirma que o tráfego de veículo não foi prejudicado. Já os três manifestantes assinaram um termo de compromisso e foram liberados. Ainda conforme a PRF, no momento, há apenas uma das pistas da rodovia ainda fechada, enquanto são retirados os resquícios dos pneus queimados. 
Nesta sexta-feira, há movimentos em várias cidades do país, em protestos organizados, em sua maioria, por centrais sindicais.

Polícia identifica encapuzados que incendiaram pneus e fecharam a BR-364

Fonte: rondoniagora

A Polícia Militar identificou três estudantes como responsáveis pelo fechamento da BR-364. Eles jogaram e atearam fogo em pneus na altura do acesso à Usina de Santo Antônio. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), citando relato dos envolvidos, o protesto é contra a reforma da previdência e cortes na educação.

A PRF afirma que o tráfego de veículo não foi prejudicado. Já os três manifestantes assinaram um termo de compromisso e foram liberados. Ainda conforme a PRF, no momento, há apenas uma das pistas da rodovia ainda fechada, enquanto são retirados os resquícios dos pneus queimados. 
Nesta sexta-feira, há movimentos em várias cidades do país, em protestos organizados, em sua maioria, por centrais sindicais.

Polícia identifica encapuzados que incendiaram pneus e fecharam a BR-364

Fonte: rondoniagora

Senador Confúcio e deputado Jhony Paixão reivindicam a continuidade das obras paralisadas do programa “Minha Casa, Minha Vida”

Senador Confúcio e deputado Jhony Paixão reivindicam a continuidade das obras paralisadas do programa “Minha Casa, Minha Vida”


O senador Confúcio Moura (MDB) e o deputado estadual Jhony Paixão (PRB) estiveram nessa quarta-feira (12), no Ministério de Desenvolvimento Regional, em audiência com o Secretário Nacional de Habitação, Celso Matsuda. Os parlamentares foram cobrar a entrega de 1.952 unidades habitacionais de beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida”, especialmente em Porto Velho e Ji-Paraná, que estão com as obras paradas ou atrasadas.

“Alguns residenciais administrados pelo Banco do Brasil estão incompletos. Tem uma parte pronta, e uma parte parada. E com isso, as empresas abandonam as obras. A população está sem expectativa, sem esperança de receber o imóvel. Agimos para resolver esses impasses”, afirma Confúcio.

Em Porto Velho, no Residencial Orgulho da Madeira, foram realizados os sorteios dos endereços e a vistoria pelos beneficiários. Falta a geração e o envio dos contratos para assinaturas de 496 unidades. Enquanto isso, no Residencial Morar Melhor II, em Ji-Paraná, a construtora Casa Alta abandonou a obra por falta de pagamento. Segundo informações da Superintendência do Banco do Brasil, no mês de abril houve a liberação de recursos pelo Governo Federal, e a retomada da obra deve ocorrer em breve. Caso ocorra, há a possibilidade de uma entrega parcial de 720 unidades no segundo semestre de 2019.

É uma celeuma que se estende por alguns anos. Mas vimos agora uma luz no fim do túnel, haja vista que nosso senador Confúcio também está empenhado na missão. Vamos buscar uma solução para que estas pessoas saiam do aluguel. Pessoas carentes, que muitas vezes moram de favor na casa de amigos ou parentes. Foram sorteados há quase dois anos e, pela ingerência do Banco do Brasil, o empreendimento ainda não for entregue”, desabafa Jhony.

Assessoria de Comunicação

O senador Confúcio Moura (MDB) e o deputado estadual Jhony Paixão (PRB) estiveram nessa quarta-feira (12), no Ministério de Desenvolvimento Regional, em audiência com o Secretário Nacional de Habitação, Celso Matsuda. Os parlamentares foram cobrar a entrega de 1.952 unidades habitacionais de beneficiários do programa “Minha Casa, Minha Vida”, especialmente em Porto Velho e Ji-Paraná, que estão com as obras paradas ou atrasadas.

“Alguns residenciais administrados pelo Banco do Brasil estão incompletos. Tem uma parte pronta, e uma parte parada. E com isso, as empresas abandonam as obras. A população está sem expectativa, sem esperança de receber o imóvel. Agimos para resolver esses impasses”, afirma Confúcio.

Em Porto Velho, no Residencial Orgulho da Madeira, foram realizados os sorteios dos endereços e a vistoria pelos beneficiários. Falta a geração e o envio dos contratos para assinaturas de 496 unidades. Enquanto isso, no Residencial Morar Melhor II, em Ji-Paraná, a construtora Casa Alta abandonou a obra por falta de pagamento. Segundo informações da Superintendência do Banco do Brasil, no mês de abril houve a liberação de recursos pelo Governo Federal, e a retomada da obra deve ocorrer em breve. Caso ocorra, há a possibilidade de uma entrega parcial de 720 unidades no segundo semestre de 2019.

É uma celeuma que se estende por alguns anos. Mas vimos agora uma luz no fim do túnel, haja vista que nosso senador Confúcio também está empenhado na missão. Vamos buscar uma solução para que estas pessoas saiam do aluguel. Pessoas carentes, que muitas vezes moram de favor na casa de amigos ou parentes. Foram sorteados há quase dois anos e, pela ingerência do Banco do Brasil, o empreendimento ainda não for entregue”, desabafa Jhony.

Assessoria de Comunicação

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Nesta quinta-feira, dia 13, durante um belíssimo trabalho em conjunto entre a Polícia Militar e  a Polícia Civil de Cacoal, quatro indiv...

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