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18/07/2019

TFT: veja as melhores composições do patch 9.14 do LoL

Esse conjunto gira ao redor de Volibear, que se destaca como carry do grupo. No late game, procure chegar ao nível oito para atingir o ápice da composição, que contará com o efeito de quatro glaciais. Dito isso, o poder de congelar os adversários torna o time ainda mais poderoso e consistente. Caso ache lutadores no início da partida e itens para o Canhão Fumegante, invista na formação da equipe.
Dicas:
  • No early game, busque quatro lutadores o mais rápido possível. Enquanto procura pelas peças, utilize o efeito dos "Selvagens" para garantir um early game consistente ou qualquer unidade duas estrelas poderosa;
  • Seu objetivo é chegar ao nível sete com quatro lutadores e três elementalistas. Ache os elementais o mais rápido possível e, feito isso, comece a adicionar outras unidades com o passar dos níveis.;
  • Os itens Warmog e Redenção são poderosos no early game devido ao poder de cura de ambos;
  • Posicione o Blitzcrank de forma estratégica e puxe o carry adversário;
  • Equipe Canhão Fumegante (item core), Lâmina da Fúria de Guinsoo e Armadura de Warmog no Volibear.

  • Demônios e Dragões (Tier A)

  • Além do foco na queima da mana do adversário, esse grupo se sustenta no poder dos metamorfos combinado com o efeito dos demônios. No late game, Shyvana é uma carry poderosa que pode acabar com a equipe inimiga, caso a mesma não esteja preparada. Para investir nessa composição, tente achar Elise e outro demônio no início do jogo ou o trio de metamorfos (Nidalee, Elise e Shyvana).
    Dicas:
    • No early game, ache o mais rápido possível os três metamorfos e o efeito dos demônios;
    • No mid game, alcance o nível 6 e rolete um pouco para encontrar o combo de quatro demônios e três metamorfos;
    • Tente evoluir o Aatrox, visto que ele possui ataques poderosos com sua ultimate.
    • Equipe a Shyvana com Armadura de Warmog (item core), Canhão Fumegante e Pistola Laminar Hextech;
    • Equipe Abraço de Seraph, Lâmina da Fúria de Guinsoo e Capuz da Morte de Rabadon.

    Selvagens e Imperiais (Tier A)

  • Antes de achar o Draven, essa composição se mantém segura com os efeitos dos selvagens e dos metamorfos, que devem conseguir carregar o early game. Combine o Carrasco de Noxus com o buff dos selvagens para conseguir eliminar oponentes com mais facilidade. O ideal é investir nesse time quando se tem itens de velocidade de ataque ou já completou o buff dos metamorfos.
    Dicas:
    • Tente completar o efeito dos metamorfos e coloque uma Armadura de Warmog na Shyvana;
    • Seu objetivo é colocar o Draven e o Gnar o mais rápido possível no mid game. Enquanto isso, utilize unidades do tipo "Selvagem" ou qualquer outro lacaio duas estrelas poderoso;
    • Não é vantajoso tentar forçar essa composição, uma vez que a mesma não é tão forte quanto os demônios e metamorfos;
    • Equipe o Draven com Lâmina da Fúria de Guinsoo, Canhão Fumegante e a Sedenta por Sangue;
    • Equipe a Shyvana com Anjo Guardião, Armadura de Warmog ou Pistola Laminar Hextech.

    Dragões Elementais (Tier B)

  • Entre todas as composições da listagem, essa é a mais fácil de fazer. Para fazê-la funcionar, basta encontrar seis campeões. Dito isso, ao chegar no nível sete é possível adicionar o Aurelion Sol para completar o efeito dos feiticeiros. O cenário ideal para investir nesse time é caso encontre Varus e Elise no early game.
  • Dicas:
    • Tente colocar pelo menos duas unidades do tipo demônio. Além disso, "Cavaleiros" funcionam bem no early game;
    • Equipe Varus com mana ou Lâmina da Fúria de Guinsoo;
    • Ao colocar cinco unidades, o jogador já terá uma composição sólida. No entanto, para deixá-la ainda mais poderosa no nível seis, é interessante contar com quatro demônios;
    • Outra opção para fortalecer a equipe é transformar o Brand ou o Varus em feiticeiro. Para isso, colete uma espátula + bastão desnecessariamente grande;
    • Equipe o Varus com Abraço de Seraph, Lâmina da Fúria de Guinsoo e Capuz da Morte de Rabadon.

    Spark Imperial (Tier S)


  • Lutadores do Império (Tier A)


  • Assim como no grupo Spark Imperial, o buff dos Imperiais é importante nesse time. Uma vez buffado pelo efeito, Draven se torna um carry poderoso que pode eliminar os adversários com mais facilidade. Blitzcrank é uma boa opção para as linhas de trás, porque pode ser utilizado estrategicamente para puxar o carry adversário.
    Dicas:
    • Invista no grupo quando tiver um Darius duas estrelas e itens para o Draven;
    • Uma alternativa é utilizar quatro lutadores enquanto procura pelos Imperiais. Dito isso, adicionar a Sejuani pode ser uma boa estratégia;
    • Utilize o Blitzcrank estrategicamente para eliminar o carry inimigo;
    • Equipe Lâmina da Fúria de Guinsoo, Canhão Fumegante e Sedenta por Sangue no Draven;
    • Equipe Centelha Iônica, Dançarina Fantasma e Garra do Dragão no Swain.

Fotógrafa faz desabafo após iPhone estragar foto de casamento

Depois de passar por uma situação desagradável enquanto tentava fazer seu trabalho, a fotógrafa Hannah Stanley postou um desabafo no Facebook. Ela reclamou dos convidados de festas de casamento que atrapalham os fotógrafos profissionais ao tentarem fazer seus próprios cliques com o celular. A publicação inclui duas fotos que ilustram o problema: os braços de uma mulher seguram um iPhone em frente a uma noiva, que entra na igreja ao lado de seu pai. O manifesto provocou reações nas redes sociais e repercutiu na mídia americana.
O post, compartilhado mais de 170 mil vezes, é uma espécie de carta aberta à pessoa que pulou na frente com o smartphone da Apple. Hannah pede mais consideração a ela e a todos os convidados de casamentos. A fotógrafa questiona a utilidade que a foto vai ter para a mulher. Também destaca que a noiva, por outro lado, perdeu o registro de um momento único e precioso. Em seguida, implora para que as pessoas parem de assistir casamentos pela tela do celular, aproveitem a cerimônia e a deixem trabalhar em paz.
O texto ganhou o apoio de fotógrafos no mundo todo, que afirmam lidar com a mesma questão frequentemente. Ao site Today Style, da emissora NBC, Hannah contou que chegou a conseguir uma foto boa depois de capturar as imagens divulgadas, pois trabalha duro para atender aos clientes. “O que nós, como fotógrafos, gostaríamos que os convidados entendessem é que esses momentos específicos não são posados, eles são em tempo real, o que nos dá segundos para registrá-los”, declarou.
Alguns usuários acusaram a profissional de forjar as fotos, com a manipulação das imagens ou a encenação do momento, só para provar seu argumento. O site 11 Alive, do canal americano WXIA, foi então investigar e atestou a veracidade das fotografias. Foram realizadas buscas reversas de imagens e testes de nível de pixel, que apontam para a legitimidade da publicação.
Confira o texto de Hannah na íntegra, em tradução livre do inglês:
“À garota com o iPhone…
Você não apenas estragou minha imagem, como também roubou esse momento do noivo, do pai da noiva e da noiva. O que exatamente você pretende fazer com essa fotografia? Honestamente. Vai imprimi-la? Salva-la? Olhar para ela todo dia? Não, você não vai. Mas minha noiva teria imprimido essa foto, olhado para ela com frequência e relembrado desse momento em que seu pai a conduziu até o altar no dia de seu casamento. Mas em vez disso, você quis tirar uma foto com seu celular, bloqueando minha visão e fazendo uma foto que não será usada.
Convidados, por favor, parem de assistir por meio de uma tela as festas de casamento das quais vocês participam. No lugar, desliguem seus telefones e aproveitem a cerimônia. Vocês são importantes para a noiva e o noivo, se não não teriam sido chamados. Então, por favor, me deixem fazer meu trabalho, sentem, relaxem e aproveitem esse momento único.”

Guaporé e Vilhenense seguem invictos no campeonato Rondoniense Sub 20

Guaporé e Vilhenense fecharam a 7ª rodada do Grupo B do Campeonato Rondoniense Juniores Sub-20, em jogo realizado na noite desta quarta-feira (17/07) no estádio Cassolão, em Rolim de Moura.
Os dois times seguem invictos no campeonato Rondoniense Sub 20. As duas melhores equipes fizeram uma partida espetacular que terminou com um resultado favorável para as duas equipes.
A partida válida pelo Grupo - B terminou empatado em dois a dois, com as duas equipes somando 12 pontos no grupo.
Na próxima rodada o Guaporé vai até Cacoal, onde enfrenta o União no sábado (20/07) as 16h00, no estádio Aglair Tonelli.
O Vilhenense recebe a equipe do Barcelona as 17h00 no estádio Portal da Amazônia, também no sábado dia 20.

Rondônia registrou 193 novos casos de hanseníase até junho de 2019

Hiperendêmico para os parâmetros oficiais do Ministério da Saúde. Esta é a situação epidemiológica para a hanseníase que o Estado de Rondônia apresentou no último ano. O estado, segundo a Secretaria de Saúde, alcançou a taxa de detecção geral de 40,63/100 mil habitantes em 2018.

Em 2017, foram diagnosticados 503 casos novos da doença. No ano passado, o número subiu para 741 casos registrados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Em 2019, até o começo de julho, a secretaria já contabilizou 193 novos casos.
E um dado deixou as autoridades de saúde locais em alerta: o percentual de cura dos pacientes registrou queda. Em 2017, foram 90% dos pacientes curados. Já em 2018, o percentual apresentado foi 87,7% – se enquadrando no parâmetro regular para a cura de pacientes. 
Mas a hanseníase tem cura e o tratamento é gratuito no Sistema Único de Saúde (SUS). Em Rondônia, o Programa de Hanseníase da Policlínica Oswaldo Cruz (POC) – localizada em Porto Velho – é referência estadual para a doença. Realiza o diagnóstico e indica o tipo adequado de tratamento, conforme recomendações padronizadas pelas Diretrizes Nacionais, além de indicar as cirurgias de reabilitação, quando necessárias. Atua também no atendimento a crianças menores de 15 anos e a pacientes de municípios do interior do estado, que apresentam complicações no tratamento ou necessitam de esclarecimentos acerca do diagnóstico.
Foi graças a uma amiga da mãe que Marcelo Ferreira começou a se medicar apropriadamente assim que manchas apareceram pelo corpo em 2004. Ela olhou para as marcas na pele e logo identificou a condição, e também foi quem marcou a consulta em uma Unidade Básica de Saúde de Porto Velho para que Marcelo fosse examinado e recebesse o diagnóstico. Com menos de quatro meses do acompanhamento médico, largou tudo por conta da dependência química. Hoje, com 34 anos e trabalhando como autônomo, ele relembra os momentos difíceis pelo qual passou.
“Ela veio a reaparecer agora, em 2016. No meu corpo, começaram a aparecer uns caroços, uns negócios meio estranhos no meu corpo. A minha mão também começou a afetar. Meu rosto começou a inchar. Minha orelha começou a inchar também. Então, eu já percebi que era a hanseníase voltando. Eu tomei dois anos. Hoje eu só estou tomando aquele remédio para tratar as reações.” 
O que Marcelo quis dizer é que precisou do tratamento por dois anos quando a doença voltou a apresentar sintomas em seu corpo, por não ter terminado o tratamento, e assim não ter tido a cura da doença no primeiro momento. Mesmo com o atraso, os inchaços e a necessidade da medicação prolongada, ele está curado e não ficou com nenhuma sequela da hanseníase. Isso porque os remédios, além de tratarem o paciente infectado, também impede a transmissão da doença. A infectologista Cristiane Menezes detalha sobre a transmissão da hanseníase e o tratamento. 
“A hanseníase é transmitida pelas vias aéreas superiores através de tosse ou espirro, por meio do convívio próximo e prolongado com uma pessoa doente e sem tratamento. O tratamento é disponibilizado nas Unidades Básicas de Saúde e em centros de referências do SUS. O medicamento chamado de poliquimioterapia é uma associação de antibióticos recomendados pela Organização Mundial de Saúde.”
Por isso, o importante é ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha em que você perceba a perda ou diminuição da sensibilidade ao toque, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo for feito o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações, acesse: saude.gov.br/hanseniase. 

Fazendeiro de RO é condenado por manter dois funcionários em situação de escravidão

Um fazendeiro de 40 anos foi condenado pela Justiça Federal a três anos, dois meses e 15 dias de prisão por manter dois trabalhadores em condições análogas à de escravos em sua propriedade rural, no ano de 2009, em Buritis (RO), a 328 quilômetros de Porto Velho.
A denúncia havia sido feita pelo Ministério Público Federal (MPF), após uma fiscalização do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) na propriedade rural de Guedes Arcanjo Tavares.
De acordo com a Justiça Federal, os dois funcionários na época dos fatos tinham 49 e 57 anos, sendo que ambos não possuíam registro em carteira de trabalho, trabalhavam apenas pela comida, não tinham folga semanal e trabalhavam diariamente das 7h às 17h.
O relatório de fiscalização apresentado pelo MTE constou que um dos trabalhadores não recebiam há três meses e o outro há um ano e seis meses. Antes de serem levados para a propriedade, os funcionários ficaram um determinado período em Ariquemes (RO) e após serem levados para Buritis, eles não conseguiram mais sair do local, pois não tinham transporte e nem dinheiro para a locomoção.
Conforme a Justiça Federal, o alojamento de um dos empregados era, na verdade, um depósito de comida para porcos e aves, óleo diesel, gasolina, motosserras e outras ferramentas. Além de não possuir janela, o teto era baixo, quase da altura de uma pessoa. Já o outro alojamento era uma ‘pocilga’ [curral de porcos], tinha forte odor dos porcos, cama feita com resto de tábuas, colchão precário e sem roupa de cama.
O relatório de fiscalização apresentado pelo auditor-fiscal do MTE, também apresentou graves críticas sobre as instalações sanitárias e no fornecimento de água para os trabalhadores durante o período que estiveram na propriedade.
 
“Não haviam instalações sanitárias, o que os obrigava a satisfazerem suas necessidades fisiológicas no mato, próximo aos referidos alojamentos e a fazerem a higiene pessoal com papéis velhos ou mesmo com mato, uma vez que o empregador não fornecia sequer papel higiênico”, descreve a ação.
 
“A água que utilizavam para beber, tomar banho, preparar refeições, lavar roupa e utensílios de cozinha, era retirada de um córrego em que enterravam uma caixa d'água para coletá-la através de uma bomba, sendo ingerida sem nenhum processo de filtração ou purificação”,menciona outro trecho do relatório.
Ao ser interrogado judicialmente, o fazendeiro negou todos os fatos atribuídos contra ele, afirmando que sempre esteve presente na propriedade com os funcionários, que era ele ou os trabalhadores que faziam o almoço, que havia combinado o valor dos salários e que fazia os pagamentos, que comprava os alimentos e que a cozinha era livre.
O fazendeiro ainda relatou que não sabia porque estava sendo processado, pois os trabalhadores tinham liberdade para sair e que eles pegavam carona com pescadores, que comprovou os salários, que a casa na fazenda tinha banheiro, cozinha, quartos, fogão e água encanada.
Para a Justiça, as declarações do acusado no sentido de que os trabalhadores resgatados não foram submetidos a condições degradantes e humilhantes de trabalho não estavam de encontro com elementos verificados. E que a casa informada pelo fazendeiro não estava à disposição dos trabalhadores, os quais ficavam alojados em locais impróprios para o ser humano.
 
Sentença
 
Na decisão, o juiz Walisson Gonçalves Cunha, da 3ª Vara do Tribunal Regional Federal (TRF) da 1ª Região, em Porto Velho, condenou o fazendeiro a três anos, dois meses e 15 dias de reclusão em regime aberto, pelo crime de reduzir alguém a condição análoga à de escravo.

Em razão do total aplicada, a pena privativa de liberdade foi substituída por penas restritivas de direitos, consistentes no pagamento de 40 salários-mínimos, o que equivale a R$ 39,9 mil e a prestação de serviços à comunidade pelo mesmo período da sentença.
O juiz ainda concedeu o direito do réu recorrer da decisão em liberdade, por não haver motivos para a prisão preventiva.
 
Outro lado
 
Ao G1, o advogado do fazendeiro, Denis Augusto Monteiro Lopes, informou que a defesa está analisando a sentença em sua íntegra da Justiça Federal para recorrer da decisão nos tribunais superiores.
"A gente entendeu de que não houve esse trabalho escravo, até porque essa situação de trabalho análogo à escravo é muito superficial. Eles simplesmente entendem que se as pessoas estiverem trabalhando no meio do mato, como todos trabalharam, como muita gente e até o fazendeiro trabalhou há 10 ou 15 anos, para conquistar os bens que possui, encabam enquadrando nessa situação", detalhou o advogado.

NOIVA QUE TIROU A PRÓPRIA VIDA TERIA PLANO DE ASSASSINAR O MARIDO APÓS CASAMENTO, REVELA JORNALISTA

A morte da blogueira Alinne Araújo tomou conta da imprensa brasileira. Nessa terça-feira, 16 de julho, detalhes chocantes sobre o comportamento da jovem foram divulgados pelo jornalista Alessandro Lo-Bianco, do programa A Tarde é Sua, da RedeTV!.
Isso porque ele entrevistou com exclusividade uma madrinha de casamento de Alinne. Em um áudio enviado ao programa, a madrinha diz que o noivo teria desistido do casamento, após descobrir um suposto plano de que seria assassinado, logo após a cerimônia.
O pai de Orlando, noivo que desistiu de se casar com Alinne, disse que ele desistiu de se casar, pois ela teria aparecido com um documento, no qual ela pedia para que o noivo passasse todos os bens para o seu nome. Achando estranha a situação, Orlando desistiu de se casar. Mesmo assim, Alinne manteve a cerimônia, casando-se sozinha.
Noivo teria descoberto suposto plano de Alinne para matá-lo e fez denúncia na delegacia
Com medo de que Alinne pudesse fazer realmente algo contra ele, Orlando teria até mesmo  registrado um boletim de ocorrência contra sua ex-noiva. A jovem deveria depôr à polícia, o que não chegou a acontecer. Isso porque nesta segunda-feira, 15, a jovem se jogou do nono andar de um prédio, no Rio de Janeiro.
A própria tia da blogueira, que ajudou na liberação do corpo no IML, afirmou que ela havia sido chamada realmente pela delegacia para dar alguns esclarecimentos sobre o que noivo alegou ao lado de seus parentes. No entanto, ela não informou o motivo da queixa ao programa da Sônia Abrão, mas pode adiantar que esse envolvimento com a polícia realmente aconteceu.