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Noticias Por Acesso

18/08/2019

Nintendo começa a banir canais de YouTube com músicas de seus jogos



A Nintendo nunca foi a empresa mais amigável com vídeos e publicações sobre seus jogos no YouTube. Agora, a companhia deu um passo além contra a divulgação de conteúdos na plataforma: ela está derrubando canais que trazem trilhas sonoras de seus jogos.

A movimentação é em cima de um tipo específico de atividade chamada de music rip. Ela consiste em uma pessoa pegar os arquivos de música de jogos (o mesmo com filmes e outras produções) e subir em um vídeo para consumo de outras pessoas.

A prática, em si, é ilegal e fere direito de propriedade intelectual de trilha sonora. Contudo, por muito tempo grande parte das empresas de jogos têm feito vista grossa para o assunto. Assim, há um grande número de usuários que simplesmente colocam várias e várias canções para serem ouvidas em seus canais. Mesmo que não seja monetizada, a atividade ainda é considerada ilegal.
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Contudo, desde a terça-feira (13) a Nintendo parece ter mudado a forma como lida com o assunto. Influenciadores com esse tipo de conteúdo estão reclamando de informes do YouTube sobre seus canais.


Um deles foi Gilva Sunner, que tem um canal com mais de 340 mil assinantes. Ele postou uma foto em seu perfil do YouTube em que mostra a lista gigante de e-mails de reclamações de direitos autorais vindos da Nintendo.

“E lá se vai o Awakening. 115 vídeos no total foram bloqueados até agora. Eles começaram manualmente com os conteúdos mais vistos no canal e agora estão pelas playlists, uma por uma, eu acho. Vendo pela hora das reivindicações, parece que está vindo do escritório do Japão”, escreveu em seu perfil do Twitter.
And there goes Awakening. 115 videos in total blocked so far. They started manually with the most viewed content on the channel, and are now going through the playlists one by one I guess. Looking at


the time of the claims, it seems these are coming from Japan HQ.


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Segundo influenciadores no Reddit, a queda desses conteúdos começou com o lançamento de Fire Emblem: Three Houses, sendo que a companhia estendeu a prática para outros games também. Assim como outros rippers (assim chamados quem sobe as músicas para o YouTube), Sunner alega que a Nintendo não conta com trilha sonora de seus títulos oficialmente no Spotify e outros serviços do gênero. Assim, a única forma de ouvir as músicas é por pessoas como ele.

“Nintendo, por favor, ponha suas trilhas sonoras no Spotify e/ou em outros serviços de streaming. A Namco, Square, Capcom e outros já perceberam isso, quando você vai?”, criticou.


GilvaSunner@GilvaSunner



. @Nintendo @NintendoAmerica Please put your soundtracks on Spotify and/or other music streaming services. Namco, Square, Capcom and others have already seen the light, when will you?
10,8 mil
06:00 - 14 de ago de 2019
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Apesar das reclamações, a Nintendo tem todo o direito de não permitir acesso a esses conteúdos, uma vez que a empresa vende CDs com trilha no Japão. O problema é que tais discos não são comercializados deste lado do mundo, sendo necessário importar o conteúdo de lá.



A Nintendo também não conta nem com a trilha em plataformas de compra da Google e Apple, para quem quiser ter o CD em formato digital. Algumas empresa, como a SEGA, também optam por, elas mesmas, subirem trilhas sonoras de seus próprios jogos em canais próprios do YouTube.

Volta à velha forma: EA confirma que Need for Speed Heat não terá loot boxes

Need for Speed Heat está cada vez mais parecido com os jogos de quando a franquia atingiu seu auge. E mais uma prova disso foi dada pelo gerente de comunidade da empresa, Ben Walke. Respondendo aos usuários do Reddit, ele assegurou que “não há nenhuma loot box [em Need for Speed Heat]. E nunca haverá”.
O executivo confirmou que a intenção da EA com o novo jogo é apenas lançar conteúdo extra (DLC) pago após o lançamento do produto, no formato de pacotes que devem inserir novos carros; além de um pacote de funções que vai mostrar itens colecionáveis no mapa.

Um tiro no escuro

A prática das loot boxes elevaram a já controversa política de microtransações da EA a um novo patamar de críticas, haja vista que o usuário está pagando por uma caixa cujos itens ele não sabe quais serão. A reclamação mais contundente compara a iniciativa a apostas e jogos de azar.
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A EA vem há anos inserindo esse recurso dentro de várias de suas franquias: de Star Wars a Battlefield e até mesmo o predecessor direto de HeatNeed for Speed Payback,todos continham as tais “caixinhas surpresas” em algum grau.
Não será o caso desta vez: Walke disse, em outra resposta, que essa não é a primeira experiência dele com gerenciamento de comunidades, tendo ele trabalhado em marcas como as já citadas Star Wars e Battlefield. “Não é meu primeiro rodeio”.
"Quando chegou a hora de revelarmos [o jogo], uma das coisas que concordamos em detalhar foram as opções de monetização, nada de loot boxes, como usaríamos os pacotes de carros etc. Sem escapismos aqui”, ele disse.

Pane cósmica: astrônomos veem estrela de nêutrons fazer algo bem estranho

As estrelas de nêutrons se formam após o colapso e a "morte" de sóis massivos e estão entre os objetos mais densos e intrigantes do cosmos. Um desses astros consiste na Pulsar de Vela, um remanescente de supernova que ocorreu há uns 10 mil anos e que se encontra na Constelação de Vela, situada por volta de 800 anos-luz da Terra.
Essa estrela, embora tenha massa equivalente à do nosso Sol, não passa dos 20 km de diâmetro, o que demonstra o quão densos esses objetos podem chegar a ser, e gira incrivelmente depressa, completando cerca de 10 voltas sobre o próprio eixo a cada segundo.
Em 2016, os astrônomos observaram a Pulsar de Vela fazer algo bastante estranho...

Esquisitice estelar

Segundo explicou Jackson Ryan, do site C|Net, durante as observações os cientistas notaram que a Pulsar de Vela apresentou uma falha, uma espécie de "soluço" em sua alta rotação. Na realidade, esse comportamento já foi observado em outras estrelas de nêutrons, mas ninguém compreendeu muito bem. Agora, um estudo recém-publicado por pesquisadores da Universidade Monash, na Austrália, oferece novas informações sobre esse curioso fenômeno.
(Fonte: Forbes/ICRAR/Universidade de Amsterdam)
De acordo com os astrônomos, as estrelas de nêutrons, quando giram sobre o próprio eixo, emitem um feixe intermitente de radiação eletromagnética, como se fossem um gigantesco farol cósmico, que pode ser detectado aqui do nosso planeta. Além disso, com o passar do tempo, esses objetos vão desacelerando gradualmente, tal como um pião.
Entretanto, às vezes acontece a falha estranha que faz com que, no lugar de as estrelas começarem a girar mais devagar, elas acelerarem. Trata-se de um comportamento discreto, mas que pode ser medido, e os astrônomos australianos conseguiram acompanhar o evento do início em 2016. Conforme o estudo, a equipe observou que, antes de "soluçar", a Pulsar de Vela deu uma breve desacelerada e só então começou a girar novamente, e mais depressa.
Uma possibilidade, segundo os cientistas, é que é a própria desaceleração gradual sofrida pelas estrelas de nêutrons que causa a falha, mas os mecanismos por trás dessa movimentação ainda são um mistério. Contudo, os astrônomos esperam que as novas observações que foram detalhadas na publicação ajudem a dar origem a teorias que possam culminar com a solução desse intrigante mistério.

Xiaomi Mi Band 4 versão global por R$ 154 e frete grátis

A pulseira inteligente Xiaomi Mi Band 4 está sendo considerada um dos melhores lançamentos no setor em 2019. Ela recebeu alguns aprimoramentos em relação à versão anterior, que fazem bastante diferença no dia a dia dos usuários, contando agora com uma tela Super AMOLED colorida e de muito mais brilho que a tela da Mi Band 3, o que é ótimo para a visualização de informações em qualquer situação. E não se engane com seu tamanho. Ela tem apenas 0,95 polegada, mas sua boa resolução permite que os ícones e textos fiquem bem nítidos.
A nova versão usa o Bluetooth 5.0, que fornece uma conexão mais estável, com maior qualidade de áudio e maior economia de energia. Ela também é à prova d’água (até 50 metros). Contando com um modo multiesportes, ela é capaz de monitorar várias atividades como corrida, natação, caminhada, pedalada, além, é claro, dos batimentos cardíacos, as calorias gastas e a qualidade do sono. Ela ainda tem lembrete de sedentarismo e permite a configuração de alarmes vibratórios.
A Mi Band 4 é compatível com iOS e Android. Sua bateria tem autonomia para até 20 dias em modo de espera.

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Fontes

Irmãos Russo revelam qual X-Men sobreviveria ao estalar de dedos de Thanos

Após o fechamento do acordo entre a Disney e a Fox, agora o maior desejo dos fãs é ver a os X-Men ao Universo Cinematográfico da Marvel Studios. Assim como nos quadrinhos, o encontro da equipe mutante com os Vingadores seria algo épico nos cinemas.
Ainda que isso esteja longe de acontecer, os diretores Joe e Anthony Russo revelaram ao site IGN algumas ideias sobre como poderiam trazer os personagens para à franquia. Bem como explicaram o que fariam caso pudessem usar o grupo de heróis em seus filmes.
Responsáveis por Vingadores: Guerra Infinita, os irmãos responderam quais membros do X-Men sobreviveriam ao estalar de dedos de Thanos. Surpreendentemente, a resposta é que todos os mutantes morreriam e o único sobrevivente seria o Wolverine.
Segundo eles, o desaparecimento da equipe mutante seria a melhor motivação para o personagem querer cavar suas garras de adamantium no Titã Louco. “Eu adoraria ver um Wolverine ferozmente motivado enfrentando Thanos”, comenta Joe Russo.
X-Men
O cineasta diz que a decisão também seria uma forma de impactar o público, como o que aconteceu com desaparecimento do Homem Aranha e dos Guardiões da Galáxia. “Não é nosso trabalho dar às pessoas o que elas querem. Damos a elas o que elas precisam”, acrescenta.

O futuro do Universo da Marvel Studios

Ainda na entrevista, os irmãos Russo deixaram claro que os acontecimentos vistos emGuerra Infinita e em Ultimato vão mexer com o futuro da Marvel nos cinemas. Assim, os próximos filmes vão apresentar as consequências das ações dos heróis e do vilão.
“Estamos levando isso adiante e essa é uma decisão narrativa muito louca de se fazer”, diz Joe Russo. “De fato, isso vai tornar as coisas mais interessantes, porque o universo em que essas histórias acontecem é realmente estranho”.
Vale lembrar que durante a San Diego Comic-Con deste ano, a Marvel anunciou os cinco filmes que fazem parte da quarta fase do seu universo cinematográfico. Entre eles estão Os Eternos (novembro de 2020), Doutro Estranho no Multiverso da Loucura(maio de 2021) e Thor: Amor e Trovão (novembro 2021).

Fontes

Sony cria IA baterista para auxiliar produtores musicais

Uma inteligência artificial (IA) desenvolvida pelo Sony Computer Science Laboratories (CSL) tem o poder de gerar e adicionar ritmos de percussão em músicas já existentes. A novidade, batizada de DrumNet, é capaz de interpretar o tempo e o ritmo das músicas e gerar padrões de bateria adequados para a composição.
(Fonte: Sony CSL/Divulgação)
Nas demonstrações disponibilizadas pela companhia, a IA mostra a capacidade de desenvolver ritmos variados para uma mesma música, o que, segundo o CSL, poderá facilitar a vida dos produtores musicais. "O objetivo não é substituir músicos, mas sim trazer novas ferramentas e eficiência para ideias criativas", publicou a empresa.
Os desenvolvedores usaram 665 faixas musicais com variados gêneros para treinar a IA. Entre os estilos usados estão pop, rock e hip-hop. Isso, como informa o The Next Web, capacitou o módulo a identificar as nuances de uma bateria e organizar separadamente os sons em arquivos de 44.1 kHz.
Ainda segundo a criadora da IA, a DrumNet é composta por uma rede neural artificial que compreende a relação rítmica entre diferentes instrumentos e codifica essas relações em 16 dimensões. "Atualmente, a DrumNet pode gerar ritmos de bateria de forma autônoma, ser controlada manualmente ou ser usada para extrair um estilo de uma faixa existente", destacou a companhia.
IAs trabalhando com música não são exatamente uma novidade. O aplicativo Mubert, por exemplo, é capaz de gerar músicas eletrônicas com base nas escolhas dos usuários. Quanto mais amostras o app tiver, mais variadas se tornam as músicas. Contudo, a iniciativa do CSL se mostra pioneira em fornecer uma assistência virtual especializada em percussão para produtores musicais.

Inteligência pode evoluir

O projeto já aparece bastante avançando, entretanto, na sua versão atual, a IA trabalha apenas com ritmos de caixa e bumbo, o que pode limitar a criação de composições musicais mais complexas. Mas a companhia japonesa já afirmou que tem projetos de ampliar a capacidade da DrumNet para que a "baterista virtual" possa emular um conjunto completo de percussão.