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20/11/2018

EXPULSÃO - Brasil parabeniza presidente Mario Abdo pela expulsão de Marcelo Piloto do Paraguai


Marcelo Pinheiro, conhecido como Marcelo Piloto, acusado de ser um dos líderes do grupo criminoso Comando Vermelho, exigido pela Justiça do Brasil, foi expulso do Paraguai nesta segunda-feira (19).
"Este é mais um episódio em que as autoridades paraguaias e brasileiras, em estreita cooperação poderia resolver por uma questão de segurança pública de particular relevância" lê a carta da Embaixada do Brasil, tornando clara a aproximação diplomática existente entre os dois países.
Marcelo Pinheiro, no Brasil, será processado por tráfico de drogas, roubo, assalto a mão armada, homicídio, associação criminosa, entre outros.
O homem foi transferido do Grupo Especializado da Polícia Nacional para o Grupo Aerotático, de maneira surpresa e sob forte esquema de segurança. A polícia paraguaia levou Marcelo Piloto para Ciudad Del Este, onde em seguida foi entregue à Polícia Federal do Brasil.
O presidente da República, Mario Abdo Benítez, disse que é o responsável pela expulsão de Marcelo Piloto e disse que não quer correr mais riscos e esperar pelo processo de Justiça para que sua extradição seja realizada.
A decisão do presidente foi tomada após o suposto chefe do tráfico ter assassinado no sábado (17), a jovem Lidia Meza Burgos, na sede do Grupo Especial da Polícia Nacional, com o objetivo travar a sua extradição para o Brasil.
Relações entre o Paraguai e o Brasil
No final de outubro, Mario Abdo felicitou Jair Bolsonaro por sua vitória nas eleições no Brasil. A extrema direita governará o Brasil, país vizinho até 2022.
Bolsonaro também se comunicou com Abdo Benítez para expressar suas intenções de fortalecer as relações entre o Brasil e o Paraguai.
"Queremos trabalhar juntos por democracias mais fortes na região, com instituições fortalecidas e sempre buscando a prosperidade de nossos povos!", Disse Abdo Benítez na época.
História de Marcelo Pinheiro
Ele presume-se que Marcelo Piloto retomou o chefe do grupo criminoso denominado Comando Vermelho, operando a partir da região do leste do Paraguai, onde viveu por cinco anos e em seguida, estabeleceu sua base de operações no sul.
De lá, ele coordenou o tráfico internacional de drogas, além de fornecer armas e munição aos seus operadores no Rio de Janeiro, Brasil, de acordo com a investigação contra ele.
O suposto narcotraficante foi encarcerado no Grupo Especializado desde o final de 2017, até a data de sua expulsão do país.
Marcelo Pinheiro Veiga teve duas causas no Paraguai. Um deles em Ciudad Del Este, Alto Paraná, que já foi demitido e a outra causa que se deve à produção de documentos não autênticos.
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