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Justiça mantém Vânia Basílio no regime fechado em presídio de Vilhena, RO

Os desembargadores da 1ª Câmara Criminal negaram por unanimidade o recurso de Vânia Basílio Rocha. A decisão foi publicada na sexta-feira (11). Com isso, ela continua presa no regime fechado, em Vilhena (RO), na região do Cone Sul. A Defensoria Pública do Estado (DPE-RO) havia recorrido ao Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO), pedindo que a decisão de primeira instância fosse reformada. Vânia foi condenada por matar o ex-namorado a facadas no ato sexual, em dezembro de 2015.
A defesa alegou que Vânia preenche os requisitos necessários para progredir de regime, pois está presa desde 2015. Dessa forma, a DPE-RO argumentou que em julho de 2018, a presa cumpriu 2/5 da pena e estaria apta para a progressão. Além disso, as certidões carcerárias apontam que a presa tem bom comportamento, o que confirma os fatores indispensáveis para a mudança ao semiaberto.
Contudo, os desembargadores mantiveram a decisão da 1ª instância, pois avaliaram que a presa, portadora de transtorno de personalidade antissocial, também precisava ter evoluído na condição psiquiátrica, o que não aconteceu, segundo o laudo médico.
Conforme o resultado da avaliação, realizada em agosto do ano passado, Vânia não demonstra arrependimento sobre o crime cometido e ainda não se mostra capaz de lidar com suas dificuldades comportamentais.
Diante disso, a decisão da Câmara foi unânime em manter Vânia presa no regime fechado. A DPE-RO informou que ainda avalia se irá entrar com novo recurso.
Segundo a direção do presídio feminino, Vânia continua com bom comportamento e trabalha e estuda dentro da unidade. A direção ainda ressaltou que a presa deve começar um tratamento psicológico nos próximos dias, custeado pela família, pois o tratamento prestado pelo estado já foi concedido.

Crime

Vania matou o ex a facadas durante o ato sexual, na casa dele, em dezembro de 2015. Na época, ela confessou o crime e disse: "queria matar alguém". Antes do assassinato, a jovem chegou a escrever um post no Facebook, afirmando não ter sido uma má namorada.
Um laudo feito meses depois da prisão apontou que Vania é sociopata. No júri em que foi condenada, em setembro de 2016, a acusada fez cara de fúria ao ouvir a sentença. Em setembro de 2017, a jovem foi agredida por uma detenta e chegou a sair para registrar boletim de ocorrência.
Fonte: G1 rondonia

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