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30/05/2019

Senador Confúcio defende a manutenção do Código Florestal Brasileiro e o pagamento de serviços ambientais


Para o parlamentar há necessidade de desenvolver a Amazônia e levar melhoria de vida para o cidadão que protege as florestas.

O senador Confúcio Moura (MDB-RO) defendeu na quarta-feira (29) a manutenção do Código Florestal Brasileiro e o pagamento de serviços ambientais para o cidadão protetor das florestas, e lamentou as declarações de estímulos às ações que geram danos à Amazônia.

Confúcio afirmou que o Código Florestal Brasileiro foi debatido em todo o País. Segundo ele, os grandes, médios e pequenos produtores rurais participaram de audiências públicas, discutiram e aceitaram, e que agora,  não podem de forma irresponsável impactar um desmatamento numa região de floresta natural, sem bases, desmerecendo o resultado de um trabalho em conjunto.

Para o parlamentar há necessidade de desenvolver a Amazônia e levar melhoria de vida para o cidadão que protege as florestas por meio de pesquisas e de pagamento de serviços ambientais, sem gerar prejuízo à natureza.

Confúcio disse que comentários soltos de algumas autoridades públicas referente a preservação ambiental tem estimulado a invasão de reservas indígenas, extração de madeira em áreas proibidas e também o desmatamento, que segundo ele, está evidenciado em toda a Região Amazônica.

Moura questionou a quantidade de projetos de lei no Congresso Nacional, propostos para enfraquecer a atual legislação. “Parece que houve um alvoroço enorme de incitação de parlamentares a apresentar proposições no sentido de estimular a degradação ambiental na Amazônia”, observou.

O senador citou a devastação e degradação das nascentes, pela seca dos afluentes do Rio São Francisco e comentou que no Estado de Rondônia, 80% dos rios nascem na mesma região.  “Os rios nascem num aquífero. Agora, vão lá e desmatam aquela região da Serra dos Pacaás. Destroem os rios, secam os rios, matam os peixes, atrapalham a irrigação, atrapalham tudo. Então, é fundamental a manutenção do Código Florestal”, advertiu.

Confúcio Moura descreveu seu período como governador de Rondônia entre 2011 e 2017, e lembrou da aproximação aos governadores da Amazônia e do Centro-Oeste brasileiro, destacando o pacto pela preservação do meio ambiente, pela manutenção da floresta em pé, além do aproveitamento das pastagens degradadas.

 “Existem cerca de 20 milhões de hectares de pastagens degradadas, socadas pelo casco do boi e que não estão produzindo no Brasil inteiro. A gente pode triplicar a produção de grãos, aproveitando essas áreas de pastagens degradadas, sem precisar derrubar nenhum pé de árvore na Amazônia ”, explicou o parlamentar.

Assessoria de Comunicação
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